sábado, 22 de dezembro de 2012

Vamos ajudar

http://www.missionofhopecenter.org/

Human Rights Defence Commercial

Defina sua necessidade...




Meu desejo de Natal é que o AMOR sempre seja maior que tudo, para que chegue um tempo em que sejamos todos parte de algo maior,como dizia John Lennon..."imagine que não houvesse nenhum país...imagine todas as pessoas vivendo a vida em paz...todas as pessoas partilhando  todo o mundo".Um Feliz Natal e um Feliz Ano Novo, que papai noel seja bom com todos.


sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

ONU denuncia violações recorrentes aos direitos humanos no Irã


G1 Mundo

Da AFP


A Assembleia Geral das Nações Unidas adotou nesta quinta-feira (20) uma declaração na qual condena as graves e recorrentes violações aos direitos humanos no Irã.
O texto foi aprovado por 86 votos a favor, 32 contra (entre eles Índia, Líbano, Sudão, Síria e Coreia do Norte) e 65 abstenções.
A resolução denuncia a prática da tortura, "a aplicação da pena de morte sem garantias internacionalmente reconhecidas" e o aumento do número de execuções, entre elas de menores.
Ahmed Shaheed, o relator especial da ONU sobre os direitos humanos no Irã, informou em seu relatório sobre 670 execuções em 2011 no país persa, a taxa mais alta de aplicação da pena de morte no mundo em relação ao número de habitantes.
A resolução afirma que os defensores dos direitos humanos no Irã, entre eles advogados e jornalistas, "são tomados como alvo de maneira crescente e sistemática" e denuncia a discriminação que padecem as mulheres e os membros das minorias étnicas e religiosas.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Dia 10 de dezembro- Dia internacional dos Direitos Humanos


DIREITOS HUMANOS

            Dia 10 de dezembro. Dia universal da Declaração dos Direitos humanos. Mais um dia em que se comemora o dia dos Direitos humanos no mundo, mas vamos lá, há o que comemorar? Podemos falar que houve progresso, nunca se falou tanto em direitos humanos, nunca surgiram tantos órgãos em defesa dos direitos humanos, nunca tantos governos se preocuparam com isso, organizações surgem a todo momento defendendo os direitos que na verdade sempre existiram, mesmo antes de serem positivados. Os direitos humanos são direitos universais, baseados na dignidade da pessoa humana. São direitos que todos nós temos, não importa a raça, a cor, nacionalidade...etc.Somos humanos? Então temos direitos, eles fazem parte de nós desde sempre. Mas ainda assim é necessário que ele seja protegido pelo direito internacional, pelos governos e organizações para ser respeitado. As violações continuam acontecendo em todos os lugares, em vários países, infelizmente.  Aqui no Brasil a secretaria de Direitos Humanos divulgou que o número de denúncias de violação desses direitos aumentou 77% em 2012.
            A Declaração é um documento  internacional que visa afirmar os direitos universais do ser humano.
Segundo o documento (Declaração Universal dos Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas), todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.
O Brasil foi um dos países escolhidos para integrar durante três anos o Conselho de Direitos Humanos da ONU.  Espero que o país represente bem o seu papel, deixando a neutralidade de lado ao tratar de assuntos polêmicos envolvendo outras nações. Somos um país que está em destaque no cenário internacional, nossa atuação na defesa dos Direitos Humanos deve ser mais intensa. O Brasil ainda precisa superar vários problemas que sempre existiram nessa área, e melhorar a qualidade, o investimento, a atenção aos direitos humanos  básicos, necessários ao desenvolvimento de uma sociedade mais digna, justa e igualitária. Atuar de forma firme e consciente tanto na política interna quanto na externa. Ainda temos um longo caminho a percorrer, mas acredito que estamos nele, vamos trabalhar juntos para garantirmos  esses direitos.
Mariene Hildebrando de Freitas
Professora e especialista em Direitos Humanos
email:: marihfreitas@hotmail.com

sábado, 8 de dezembro de 2012

Dia Internacional de Direitos Humanos é marcado por Seminário sobre Diversidade



Primeira Edição

O Dia Internacional dos Direitos Humanos, que transcorre nesta segunda-feira (10), será lembrado em Alagoas com discussões e reflexões sobre a diversidade sexual. Para isso, na sede da Previdência Social, em Maceió, será realizado o Seminário Direitos Humanos e Diversidade, que será promovido das 8h às 17h, e está sendo organizado pelo Movimento Articulação Alagoana de ONG/Aids, com o apoio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).

O seminário contará com a participação de integrantes de movimentos sociais, gestores públicos e outros segmentos da sociedade. De acordo com o coordenador do evento, Daniel Farias, o seminário será uma oportunidade para debater os avanços que ocorreram em relação ao respeito às liberdades individuais, como também, as perspectivas para os próximos anos e a implantação de políticas públicas.

Ele destacou que os direitos humanos e HIV/Aids: um campo de militância, negociações, contradições e vivências, será o primeiro tema a ser discutido no seminário, tendo como participantes Flávia Macedo e Edgar Barros, além da assistente social Fátima Rodrigues. As drogas e direitos humanos também estarão na pauta e, contarão com a participação do representante do Centro de Gerenciamento de Crises da PM, capitão Iran Rêgo, do especialista em direitos humanos da Ufal, Douglas Bastos e Rosa Augusta, do Acorde.

À tarde o evento tem continuidade com mais duas palestras. A primeira sobre Transexualidade e Travestis – Das Vulnerabilidades ao Exercício Integral dos Direitos, com a presença do advogado Alberto Jorge, do psicólogo Aluísio Costa e da secretária da Mulher, Cidadania e Direitos Humanos, Kátia Born. Encerrando a programação haverá palestra sobre o tema Direitos Humanos e a População LGBT, com Marcelo Nascimento, secretário-adjunto de Educação de Maceió, Júlio Daniel, especialista em direitos humanos e Nildo Correia, do Grupo Gay de Alagoas.

domingo, 2 de dezembro de 2012

Está chegando mais um dia dos Direitos Humanos, será que temos o que comemorar?


7ª Mostra de Cinema sobre Direitos Humanos inicia nesta segunda (3)


Luíza FregapaniDo G1 SC

Inicia em Florianópolis nesta segunda-feira (3) a 7ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América Latina. O objetivo é fazer com o público reflita sobre seus direitos fundamentais. Para isso, serão exibidos filmes que abordarão igualdade racial, acessibilidade, moradia, direitos dos indígenas, das mulheres e da população carcerária, entre outros. O evento é gratuito e garante também a acessibilidade a deficientes físicos, visuais e auditivos durante as sessões.

Festival leva curtas-metragens sobre direitos humanos aos extremos de SP



Cultura


Agência Brasil
Em sua quinta edição, o Festival Entretodos está levando aos extremos da capital paulista 26 curtas-metragens sobre temas relacionados a direitos humanos. Selecionados entre quase 400 inscritos de todo o país, os filmes são exibidos em escolas, centros culturais, cineclubes e cinemas. Até a aldeia indígena guarani Tendé Porã, que fica em Paralheiros, zona sul da cidade, recebe a mostra, que começou quinta-feira (29) e termina neste domingo (2). Há também exibições em Paraty, no Rio de Janeiro.
A mostra é uma forma de aproximar o público jovem da temática, diz a secretária executiva a Comissão de Direitos Humanos da cidade de São Paulo, Célia Cristina Whitacker. “Imaginamos que, para chegar à juventude, é preciso haver também comunicação audiovisual”, ressalta Célia, ao detalhar o projeto, que inclui ainda oficinas de grafite e de confecção de instrumentos.
Com base na votação do público e na escolha de um júri, os filmes preferidos no festival receberão prêmios variando entre R$ 2 mil e R$ 4 mil, que serão entregues hoje durante show no Parque da Aclimação. Célia diz, no entanto, que, para os produtores. é mais importante passar uma mensagem afirmativa sobre direitos humanos do que receber a recompensa. “Todo mundo se interessa pela causa. Não tivemos nenhum inscrito que perguntou se tinha prêmio em dinheiro. É um festival de quebra de paradigmas.”
Vencedor do prêmio do júri popular do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o curta brasiliense Ditadura da Especulação está entre as películas exibidas em 31 pontos da cidade. Em pouco mais de dez minutos, o filme retrata a repressão aos protestos contra a construção do Setor Noroeste na capital federal. Na área onde se ergue o bairro, está sendo suprimida uma área de vegetação, o que, segundo os realizadores do fime, põe em risco a permanência de uma comunidade indígena fundada à época da construção da capital.
Outra opção para o público é Bailão, curta-metragem que fala sobre a vida dos homossexuais na terceira idade. Para montar os 16 minutos do filme, curta o diretor Marcelo Caetano passou seis meses pesquisando os personagens no centro paulistano.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Direitos humanos não são pretexto para outras agendas, diz embaixadora brasileira

Agência de notícias Jornal Floripa


Em janeiro de 2013, o Brasil volta ao Conselho de Direitos Humanos da ONU como membro pleno, com direito a voto sobre resoluções do organismo.

E pretende, durante seus três anos de mandato, fazer com que as violações de direitos humanos em diferentes países sejam tratadas da mesma forma.

"Temos que procurar evitar que o conselho se interesse por um tipo de violação num país e não se preocupe com a mesma violação no outro", disse à Folha, por telefone, de Genebra a embaixadora Maria Nazareth Farani, representante do Brasil para o conselho.

Segundo a embaixadora, a posição do Brasil é de compensar essa "seletividade" trazendo temas específicos para as discussões. Com isso, países poupados do debate por razões políticas também teriam seus casos avaliados.

No caso do Brasil, a embaixadora nega, contudo, que o governo seja mais brando ao votar sobre violações de governos amigos, como Teerã.

Esse será o terceiro mandato do país desde 2006, quando o órgão foi criado. O Brasil foi eleito com 184 votos entre 193 países-membros, junto com Argentina e Venezuela.

domingo, 4 de novembro de 2012

A EXIGIBILIDADE E A JUSTICIABILIDADE DOS DIREITOS HUMANOS, ECONÕMICOS, SOCIAIS E CULTURAIS.




         A Declaração Universal dos Direitos Humanos tratou de universalizar os direitos, mostrando que não podiam ser tratados como assuntos particulares de cada Estado. Como a Declaração logo que surgiu não possuía forma de norma, surgiram outros meios de exigibilidade para que essa lacuna fosse preenchida.

        O fato é que a divisão já tinha ocorrido, vários movimentos então surgiram para que os direitos humanos fossem tratados de maneira igual, sem hierarquia e sem privilégios para alguns em detrimento de outros.

   A nossa constituição de 1988 assegura vários dispositivos que consolidam a exigibilidade dos direitos humanos. Essa divisão entre os direitos humanos não pode ser levada a sério, uma vez que a dignidade da pessoa humana que é a base de todos esses direitos, é anterior a qualquer norma. Existe desde sempre, foi alçada como  princípio jurídico,.

   A dignidade do ser humano é única, não pode ser fracionada, no Encontro de Teerã foi dito que:

 “ Como os direitos humanos e  as liberdades fundamentais são indivisíveis, a realização dos direitos civis e políticos sem o gozo dos direitos econômicos, sociais e culturais tornam-se impossível”.

Não devemos achar que a única maneira de garantirmos os direitos humanos é através de leis.  Lógico que a lei é uma forma de exigibilidade e de pressão ao Estado para que adote políticas públicas capaz de garantir que os direitos básicos sejam atendidos, direito a moradia digna, a alimentação, a saúde, a educação e outros tantos que fazem parte da nossa vida. Mas nós como cidadãos também podemos e devemos participar através de vários outros mecanismos que existem e estão ao nosso alcance.

Temos que nos apropriar desses mecanismos para fazer valer e garantir que os direitos humanos sejam respeitados. Eles estão em tratados, normas nacionais e internacionais, leis, e devem produzir efeitos, devem ser reivindicados e cobrados. A justiciabilidade implica não só o acesso ao poder judiciário, mas realmente fazer justiça no sentido de se aplicar a norma.

A exigibilidade é no sentido de exigir mesmo, é a obrigatoriedade de que a norma seja cumprida. Essa visão repartida dos direitos humanos tem que ser superada para que esses direitos possam ser efetivados de maneira concreta,  a progressividade acaba atingindo não apenas os direitos econômicos, sociais e culturais, mas também os direitos civis e políticos. Estamos falando aqui de capital, de recursos que precisam ser melhor distribuídos, de uma riqueza e de um capital que devem levar em conta alguns critérios, dentre eles, o da justiça social.

       Para que possamos entender o que é um Estado democrático de Direito é preciso entender a real dimensão do que são Direitos Humanos, essa visão dividida dos direitos humanos está ultrapasssada, Um Estado que se diz Democrático de Direito deve implementar de maneira efetiva os direitos humanos e fazer jus ao que está na nossa Constituição, somos um país que segue rumo a democracia, devemos tirar os direitos humanos dos tratados e dos livros e aplicá-los no nosso dia-a-dia, assegurando aos cidadãos sua autonomia.

 Por:
Mariene Hildebrando de Freitas

Especialista em Direitos Humanos
Email: marihfreitas@hotmail.com

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Angola Inclusão dos Direitos Humanos no Ministério da Justiça promove imagem do país


Angola Press


Luanda – A inclusão da antiga Secretaria de Estado do Direitos Humanos no Ministério da Justiça saído das eleições gerais de 31 de Agosto último, promove a imagem de Angola à nível internacional nesta matéria, afirmou hoje, em Luanda, o Provedor da Justiça, Paulo Tjipilica.
 
 
O jurista angolano fez a afirmação em declarações à Angop no aeroporto, aquando do seu regresso ao país, proveniente de Cabo Verde, onde na última semana participou na “Conferência sobre o Reforço e Implementação de Instituições Nacionais de Direitos Humanos nos Países de Língua Oficial Portuguesa”, decorrido na Cidade da Praia.
 
 
Segundo o interlocutor, a imagem de Angola naquele fórum internacional sobre direitos humanos foi bem recebida, visto que a institucionalização da figura do Provedor da Justiça, a criação da comissão dos direitos humanos junto do Parlamento e as acções das associações da sociedade civil, demonstram esta realidade positiva. 
 
 
Ainda assim, adiantou, os cidadãos e a sociedade civil em todos os países devem igualmente trabalhar em colaboração com as entidades governamentais para que os direitos e garantias da vida das pessoas sejam defendidas por todos, realçou.
 

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

problemas Morais e Problemas Éticos


                         PROBLEMAS MORAIS E PROBLEMAS ÉTICOS

    A origem da palavra ÉTICA vem do grego “ethos”, que quer dizer o modo de ser, o caráter. Os romanos traduziram o “ETHOS” grego, para o latim “mos” (ou no plural“mores”), que quer dizer costume, de onde vem a palavra moral.
    Ética e moral são usadas por nós como sinônimos, mas existe uma distinção que não é só etimológica. A moral diz respeito às normas que regulam o comportamento do homem, enquanto a ética busca compreender, justificar esse comportamento. Visto que moral e ética estão inter-relacionadas, uma completando a outra, poderíamos dizer que as coisas que devem ser feitas se encaixariam na moral e as que devem ser feitas com mais intensidade se encaixariam na ética.
    As condutas humanas são julgadas a partir de normas estabelecidas, e as decisões tomadas, na sua maioria, também refletem o que está estabelecido. É na ética que conseguimos um pouco mais de liberdade para agirmos de outra forma. As pessoas agem dessa ou daquela maneira baseada nas normas que as obrigam; nosso comportamento acaba se organizando em função delas.
A ética acaba funcionando como um sensor da moral, controlando o comportamento humano.
Considerando que a moral diz respeito a  educação, aos costumes  adquiridos  por uma sociedade, podemos dizer que as normas morais nos obrigam, daí dizer que elas fundamentam os direitos humanos. A dificuldade de exercermos a ética em sua plenitude é que esbarramos no nosso egoísmo, individualismo, e esquecemos de agir em prol de uma coletividade, esquecemos do outro.
Para executarmos a ética, devemos sempre nos colocar no lugar do outro.
A ética pode ser usada em vários sentidos, possui uma abrangência grande, e seu significado vai variar conforme o contexto em que ela está inserida. A moral independe de raça, nacionalidade etc. ela  liga pessoas que se identificam com as mesmas regras sociais, atravessa fronteiras e cria uma identidade comum. Podemos dizer que a moral está intimamente relacionada a formação do caráter de uma pessoa.
A moral e a ética estão presentes tanto no plano individual quanto no social, enquanto a moral é mais prática, a ética nos faz refletir a cerca dela, nos ajudando e orientando. Elas caminham juntas e nós somos livres para usá-las com sabedoria, respeitando a liberdade dos outros e nos orientando na melhor forma de agir e nos comportarmos em sociedade.

Mariene H. de Freitas
Especialista em Direitos Humanos
Email: marihfreitas@hotmail.com

terça-feira, 18 de setembro de 2012

MUNDO ONU acusa violações aos direitos humanos e lista criminosos de guerra na Síria


Grupo liderado pelo diplomata brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro anuncia nova lista confidencial de pessoas e instituições suspeitas de crimes de guerra. Nomes não serão divulgados.
Investigadores de direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) anunciaram nesta segunda-feira (17/09) uma nova lista secreta de pessoas e unidades militares suspeitas de cometer crimes de guerra. Os nomes reunidos estão sujeitos a responder processo criminal.
O grupo independente coordenado pelo diplomata brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro disse ter reunido um conjunto "formidável" de evidências. Segundo o diplomata, graves violações dos direitos humanos aumentaram em número, ritmo e escala na Síria.
"Uma segunda lista confidencial de indivíduos e unidades consideradas responsáveis por violações será fornecida ao Alto Comissariado para os Direitos Humanos", declarou Pinheiro durante sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU em Genebra.
Pinheiro apresentou o último relatório da equipe de investigadores, emitido há um mês, dizendo que as forças do regime sírio e milícias aliadas cometeram crimes de guerra, incluindo assassinato e tortura de civis no que parece ser uma prática ordenada pelo Estado.
Além disso, o diplomata alertou para o aumento da presença de estrangeiros e militantes islamitas – entre eles jihadistas – na Síria, alguns se unindo aos rebeldes e outros operando independentemente. A presença desses indivíduos tende a radicalizar os rebeldes, que também cometeram crimes, afirmou Pinheiro.
O brasileiro não informou se algum rebelde ou oficial sírio foi nomeado na lista – uma atualização da relação confidencial anterior apresentada à alta comissária de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillay, em fevereiro. Pinheiro ressaltou que os nomes listados não serão tornados públicos, já que a comissão de investigadores tem um baixo padrão de provas se comparada a um tribunal de justiça.
Os investigadores pediram que o Conselho de Segurança encaminhasse a situação da Síria ao Tribunal Penal Internacional (TPI). Tal recomendação seria um primeiro passo para eventualmente levar os responsáveis pelas atrocidades à Justiça. Mas antes de qualquer julgamento poder ser realizado, seria necessário que o Conselho de Segurança – para o qual um consenso sobre o assunto parece quase impossível – entrasse em acordo.
Após um ano e meio de crise na Síria – com cerca de 20 mil mortos, segundo a ONU –, a comunidade internacional segue paralisada. O Ocidente, os países árabes e a Turquia pedem a remoção do presidente Bashar al-Assad, enquanto Rússia e China permanecem do lado do aliado em Damasco.
Na sequência da apresentação de Pinheiro, Faysal Khabbaz Hamoui, embaixador da Síria na ONU em Genebra, acusou o Ocidente e as potências árabes de enviar fundos e armas para apoiar os rebeldes numa guerra contra o regime em Damasco. Para Hamoui, o relatório dos investigadores da ONU deveria ter nomeado países que "apoiam os assassinos", entre os quais ele incluiu os Estados Unidos, o Catar, a Arábia Saudita, a Turquia e a Líbia.
LPF/rtr/afp/dpa
Revisão: Alexandre Schossler
DW

domingo, 16 de setembro de 2012

O SIGNIFICADO E AS CONSEQUÊNCIAS DA DECLARAÇÃO DE 1948


Por Mariene Hildebrando de Freitas


   A Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU é um marco  de luta na história recente. A Declaração surgiu após as duas grandes guerras, o horror e a brutalidade, o desrespeito aos direitos fundamentais principalmente o direito a vida fez com que algumas nações criassem um órgão que promovesse a paz.. A ONU( Organização das Nações Unidas ), que por sua vez proclamou a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
A internacionalização dos direitos humanos serve para efetivar os direitos reconhecidos internacionalmente. Na área das relações internacionais a Declaração Universal dos Direitos Humanos serve como mais um instrumento de consagração de valores que são tidos como universais  do ser humano. Uma das conseqüências a meu ver é que os países se policiam mais, tanto no âmbito interno quanto no externo, sabem que a ONU e as outras nações estão atentas a tudo o que se passa. Não há mais como ferir os direitos básicos do ser humano sem que outras nações fiquem sabendo, sem que a ONU imponha uma sanção e cobre uma atitude das nações que desrespeitam tais direitos. Apesar disso, a violação dos direitos humanos continua ocorrendo.
A Declaração serve para nortear  a comunidade internacional, promover a cooperação entre as nações e o  respeito  aos direitos e liberdades das pessoas, cabe a  nós todos a observância efetiva de que esses direitos sejam cumpridos.  Acho importantíssimo que haja o respeito de todos a esses direitos, e que as nações estejam atentas para que esses direitos sejam cumpridos  e que cheguem a todos os cidadãos, só assim teremos um mundo mais justo.

Especialista em Direitos Humanos
email: marihfreitas@hotmail.com