terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Disque Direitos Humanos


Diário de Araxá


Disque Direitos Humanos


O Disque Direitos Humanos é um serviço telefônico 

que objetiva receber, encaminhar e monitorar 

qualquer tipo de denúncia de violação de direitos 

humanos que envolvam maus-tratos a idosos, 

mulheres, crianças e adolescentes, LGBT, pessoas 

com algum tipo de deficiência, além de crimes contra 

o racismo, meio ambiente, entre outros.


Desde a sua criação, em fevereiro de 2000, já foram 

registrados mais de 70 mil denúncias em todo o 

Estado de Minas Gerais. A central de atendimento


o conta com uma equipe multidisciplinar, coordenada

por técnicos capacitados em direitos humanos. 

A ligação é gratuita, sigilosa e o serviço funciona de

 segunda a sexta-feira, das 8h às 22h.


VIA AGÊNCIA MINAS

   Fone: 0800 031 1119



Defensores de direitos humanos querem marco legal contra ameaças e violações

SUL 21



Por Júlia Rabahie, da Rede Brasil Atual
Pessoas que trabalham com a defesa dos direitos humanos reivindicam a criação de um marco legal que garanta efetiva proteção a esses ativistas – muitas vezes vítimas de ameaças e ações violentas de grupos cujos interesses são contrariados.
Desde 2004, o Brasil possui um Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, implantado no primeiro governo Lula pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Mas, devido à falta de uma legislação específica, o funcionamento das ações ainda é precário. Projeto de lei nesse sentido, sob o número 4575, de 2009, não recebe tratamento prioritário no Congresso Nacional, segundo movimentos que lidam com a questão. Sem o marco legal, o programa federal esbarra numa série de entraves, como falta de recursos e dificuldades de articulação com os governos estaduais.
Para o coordenador do Comitê Brasileiro de Defensores(as) de Direitos Humanos, Darci Frigo, a aprovação do projeto é fundamental para o funcionamento adequado do programa. Um dos maiores problemas, de acordo com Frigo, é que os processos para a inclusão no programa costumam ser longos e demorados, muitas vezes em situações em que os defensores já correm risco de vida.
“O programa não detalha quais são as medidas a serem adotadas nas situações mais graves, em que os defensores já estão correndo risco de vida. Mesmo nessas situações eles têm de passar por procedimentos demorados, que visam reconhecer este status de risco e a situação que levou às ameaças”, explica.
A principal crítica feita pelo comitê é a falta de articulação entre os estados e o governo federal na coordenação do programa. “Há dificuldades para articular os responsáveis pela coordenação e as forças policiais.” Para Frigo, o descaso com o funcionamento do programa se dá em grande parte pela falta de interesse dos governos estaduais no comprometimento com a questão. “Quando a responsabilidade cai nas esferas dos governos estaduais a prioridade é baixa, há muito interesse das oligarquias locais, dos interesses econômicos e políticos que se sentem ameaçados com as denúncias de violações feitas pelos defensores”, explica.
Segundo dados da SDH, entre 2007 e 2011 foram investidos mais de R$13 milhões no programa. Em 2012, o orçamento foi de R$ 4,5 milhões. “É um valor bastante pequeno, assim não dá para ampliar o programa para outros estados que ainda não firmaram convênio”, comenta Frigo.
Atualmente apenas sete estados têm o programa implementado em convênio com o governo federal: Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Pernambuco e Ceará. Nos outros estados é uma equipe federal que se responsabiliza pela proteção.
Em 2012, o programa recebeu 102 pedidos de inclusão. Segundo a SDH, todas as solicitações receberam “tratamento”, e o programa realizou 113 atendimentos in loco. Nenhum defensor incluído no programa foi morto até agora. Não é possível estimar o número de defensores de direitos humanos que existem no Brasil, já que o conceito de defensor, como recomendado pela Declaração sobre Defensores da Organização das Nações Unidas, deve ser empregado de maneira ampla: “indivíduos, grupos e associações (…) que contribuem para (…) a eliminação efetiva de todas as violações a direitos humanos e liberdades individuais e coletivas”.

Meu livro disponível para download.


Livros

O preconceito contra homossexuais


sábado, 22 de dezembro de 2012

Vamos ajudar

http://www.missionofhopecenter.org/

Human Rights Defence Commercial

Defina sua necessidade...




Meu desejo de Natal é que o AMOR sempre seja maior que tudo, para que chegue um tempo em que sejamos todos parte de algo maior,como dizia John Lennon..."imagine que não houvesse nenhum país...imagine todas as pessoas vivendo a vida em paz...todas as pessoas partilhando  todo o mundo".Um Feliz Natal e um Feliz Ano Novo, que papai noel seja bom com todos.


sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

ONU denuncia violações recorrentes aos direitos humanos no Irã


G1 Mundo

Da AFP


A Assembleia Geral das Nações Unidas adotou nesta quinta-feira (20) uma declaração na qual condena as graves e recorrentes violações aos direitos humanos no Irã.
O texto foi aprovado por 86 votos a favor, 32 contra (entre eles Índia, Líbano, Sudão, Síria e Coreia do Norte) e 65 abstenções.
A resolução denuncia a prática da tortura, "a aplicação da pena de morte sem garantias internacionalmente reconhecidas" e o aumento do número de execuções, entre elas de menores.
Ahmed Shaheed, o relator especial da ONU sobre os direitos humanos no Irã, informou em seu relatório sobre 670 execuções em 2011 no país persa, a taxa mais alta de aplicação da pena de morte no mundo em relação ao número de habitantes.
A resolução afirma que os defensores dos direitos humanos no Irã, entre eles advogados e jornalistas, "são tomados como alvo de maneira crescente e sistemática" e denuncia a discriminação que padecem as mulheres e os membros das minorias étnicas e religiosas.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Dia 10 de dezembro- Dia internacional dos Direitos Humanos


DIREITOS HUMANOS

            Dia 10 de dezembro. Dia universal da Declaração dos Direitos humanos. Mais um dia em que se comemora o dia dos Direitos humanos no mundo, mas vamos lá, há o que comemorar? Podemos falar que houve progresso, nunca se falou tanto em direitos humanos, nunca surgiram tantos órgãos em defesa dos direitos humanos, nunca tantos governos se preocuparam com isso, organizações surgem a todo momento defendendo os direitos que na verdade sempre existiram, mesmo antes de serem positivados. Os direitos humanos são direitos universais, baseados na dignidade da pessoa humana. São direitos que todos nós temos, não importa a raça, a cor, nacionalidade...etc.Somos humanos? Então temos direitos, eles fazem parte de nós desde sempre. Mas ainda assim é necessário que ele seja protegido pelo direito internacional, pelos governos e organizações para ser respeitado. As violações continuam acontecendo em todos os lugares, em vários países, infelizmente.  Aqui no Brasil a secretaria de Direitos Humanos divulgou que o número de denúncias de violação desses direitos aumentou 77% em 2012.
            A Declaração é um documento  internacional que visa afirmar os direitos universais do ser humano.
Segundo o documento (Declaração Universal dos Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas), todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.
O Brasil foi um dos países escolhidos para integrar durante três anos o Conselho de Direitos Humanos da ONU.  Espero que o país represente bem o seu papel, deixando a neutralidade de lado ao tratar de assuntos polêmicos envolvendo outras nações. Somos um país que está em destaque no cenário internacional, nossa atuação na defesa dos Direitos Humanos deve ser mais intensa. O Brasil ainda precisa superar vários problemas que sempre existiram nessa área, e melhorar a qualidade, o investimento, a atenção aos direitos humanos  básicos, necessários ao desenvolvimento de uma sociedade mais digna, justa e igualitária. Atuar de forma firme e consciente tanto na política interna quanto na externa. Ainda temos um longo caminho a percorrer, mas acredito que estamos nele, vamos trabalhar juntos para garantirmos  esses direitos.
Mariene Hildebrando de Freitas
Professora e especialista em Direitos Humanos
email:: marihfreitas@hotmail.com

sábado, 8 de dezembro de 2012

Dia Internacional de Direitos Humanos é marcado por Seminário sobre Diversidade



Primeira Edição

O Dia Internacional dos Direitos Humanos, que transcorre nesta segunda-feira (10), será lembrado em Alagoas com discussões e reflexões sobre a diversidade sexual. Para isso, na sede da Previdência Social, em Maceió, será realizado o Seminário Direitos Humanos e Diversidade, que será promovido das 8h às 17h, e está sendo organizado pelo Movimento Articulação Alagoana de ONG/Aids, com o apoio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).

O seminário contará com a participação de integrantes de movimentos sociais, gestores públicos e outros segmentos da sociedade. De acordo com o coordenador do evento, Daniel Farias, o seminário será uma oportunidade para debater os avanços que ocorreram em relação ao respeito às liberdades individuais, como também, as perspectivas para os próximos anos e a implantação de políticas públicas.

Ele destacou que os direitos humanos e HIV/Aids: um campo de militância, negociações, contradições e vivências, será o primeiro tema a ser discutido no seminário, tendo como participantes Flávia Macedo e Edgar Barros, além da assistente social Fátima Rodrigues. As drogas e direitos humanos também estarão na pauta e, contarão com a participação do representante do Centro de Gerenciamento de Crises da PM, capitão Iran Rêgo, do especialista em direitos humanos da Ufal, Douglas Bastos e Rosa Augusta, do Acorde.

À tarde o evento tem continuidade com mais duas palestras. A primeira sobre Transexualidade e Travestis – Das Vulnerabilidades ao Exercício Integral dos Direitos, com a presença do advogado Alberto Jorge, do psicólogo Aluísio Costa e da secretária da Mulher, Cidadania e Direitos Humanos, Kátia Born. Encerrando a programação haverá palestra sobre o tema Direitos Humanos e a População LGBT, com Marcelo Nascimento, secretário-adjunto de Educação de Maceió, Júlio Daniel, especialista em direitos humanos e Nildo Correia, do Grupo Gay de Alagoas.

domingo, 2 de dezembro de 2012

Está chegando mais um dia dos Direitos Humanos, será que temos o que comemorar?


7ª Mostra de Cinema sobre Direitos Humanos inicia nesta segunda (3)


Luíza FregapaniDo G1 SC

Inicia em Florianópolis nesta segunda-feira (3) a 7ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América Latina. O objetivo é fazer com o público reflita sobre seus direitos fundamentais. Para isso, serão exibidos filmes que abordarão igualdade racial, acessibilidade, moradia, direitos dos indígenas, das mulheres e da população carcerária, entre outros. O evento é gratuito e garante também a acessibilidade a deficientes físicos, visuais e auditivos durante as sessões.

Festival leva curtas-metragens sobre direitos humanos aos extremos de SP



Cultura


Agência Brasil
Em sua quinta edição, o Festival Entretodos está levando aos extremos da capital paulista 26 curtas-metragens sobre temas relacionados a direitos humanos. Selecionados entre quase 400 inscritos de todo o país, os filmes são exibidos em escolas, centros culturais, cineclubes e cinemas. Até a aldeia indígena guarani Tendé Porã, que fica em Paralheiros, zona sul da cidade, recebe a mostra, que começou quinta-feira (29) e termina neste domingo (2). Há também exibições em Paraty, no Rio de Janeiro.
A mostra é uma forma de aproximar o público jovem da temática, diz a secretária executiva a Comissão de Direitos Humanos da cidade de São Paulo, Célia Cristina Whitacker. “Imaginamos que, para chegar à juventude, é preciso haver também comunicação audiovisual”, ressalta Célia, ao detalhar o projeto, que inclui ainda oficinas de grafite e de confecção de instrumentos.
Com base na votação do público e na escolha de um júri, os filmes preferidos no festival receberão prêmios variando entre R$ 2 mil e R$ 4 mil, que serão entregues hoje durante show no Parque da Aclimação. Célia diz, no entanto, que, para os produtores. é mais importante passar uma mensagem afirmativa sobre direitos humanos do que receber a recompensa. “Todo mundo se interessa pela causa. Não tivemos nenhum inscrito que perguntou se tinha prêmio em dinheiro. É um festival de quebra de paradigmas.”
Vencedor do prêmio do júri popular do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o curta brasiliense Ditadura da Especulação está entre as películas exibidas em 31 pontos da cidade. Em pouco mais de dez minutos, o filme retrata a repressão aos protestos contra a construção do Setor Noroeste na capital federal. Na área onde se ergue o bairro, está sendo suprimida uma área de vegetação, o que, segundo os realizadores do fime, põe em risco a permanência de uma comunidade indígena fundada à época da construção da capital.
Outra opção para o público é Bailão, curta-metragem que fala sobre a vida dos homossexuais na terceira idade. Para montar os 16 minutos do filme, curta o diretor Marcelo Caetano passou seis meses pesquisando os personagens no centro paulistano.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Direitos humanos não são pretexto para outras agendas, diz embaixadora brasileira

Agência de notícias Jornal Floripa


Em janeiro de 2013, o Brasil volta ao Conselho de Direitos Humanos da ONU como membro pleno, com direito a voto sobre resoluções do organismo.

E pretende, durante seus três anos de mandato, fazer com que as violações de direitos humanos em diferentes países sejam tratadas da mesma forma.

"Temos que procurar evitar que o conselho se interesse por um tipo de violação num país e não se preocupe com a mesma violação no outro", disse à Folha, por telefone, de Genebra a embaixadora Maria Nazareth Farani, representante do Brasil para o conselho.

Segundo a embaixadora, a posição do Brasil é de compensar essa "seletividade" trazendo temas específicos para as discussões. Com isso, países poupados do debate por razões políticas também teriam seus casos avaliados.

No caso do Brasil, a embaixadora nega, contudo, que o governo seja mais brando ao votar sobre violações de governos amigos, como Teerã.

Esse será o terceiro mandato do país desde 2006, quando o órgão foi criado. O Brasil foi eleito com 184 votos entre 193 países-membros, junto com Argentina e Venezuela.

domingo, 4 de novembro de 2012

A EXIGIBILIDADE E A JUSTICIABILIDADE DOS DIREITOS HUMANOS, ECONÕMICOS, SOCIAIS E CULTURAIS.




         A Declaração Universal dos Direitos Humanos tratou de universalizar os direitos, mostrando que não podiam ser tratados como assuntos particulares de cada Estado. Como a Declaração logo que surgiu não possuía forma de norma, surgiram outros meios de exigibilidade para que essa lacuna fosse preenchida.

        O fato é que a divisão já tinha ocorrido, vários movimentos então surgiram para que os direitos humanos fossem tratados de maneira igual, sem hierarquia e sem privilégios para alguns em detrimento de outros.

   A nossa constituição de 1988 assegura vários dispositivos que consolidam a exigibilidade dos direitos humanos. Essa divisão entre os direitos humanos não pode ser levada a sério, uma vez que a dignidade da pessoa humana que é a base de todos esses direitos, é anterior a qualquer norma. Existe desde sempre, foi alçada como  princípio jurídico,.

   A dignidade do ser humano é única, não pode ser fracionada, no Encontro de Teerã foi dito que:

 “ Como os direitos humanos e  as liberdades fundamentais são indivisíveis, a realização dos direitos civis e políticos sem o gozo dos direitos econômicos, sociais e culturais tornam-se impossível”.

Não devemos achar que a única maneira de garantirmos os direitos humanos é através de leis.  Lógico que a lei é uma forma de exigibilidade e de pressão ao Estado para que adote políticas públicas capaz de garantir que os direitos básicos sejam atendidos, direito a moradia digna, a alimentação, a saúde, a educação e outros tantos que fazem parte da nossa vida. Mas nós como cidadãos também podemos e devemos participar através de vários outros mecanismos que existem e estão ao nosso alcance.

Temos que nos apropriar desses mecanismos para fazer valer e garantir que os direitos humanos sejam respeitados. Eles estão em tratados, normas nacionais e internacionais, leis, e devem produzir efeitos, devem ser reivindicados e cobrados. A justiciabilidade implica não só o acesso ao poder judiciário, mas realmente fazer justiça no sentido de se aplicar a norma.

A exigibilidade é no sentido de exigir mesmo, é a obrigatoriedade de que a norma seja cumprida. Essa visão repartida dos direitos humanos tem que ser superada para que esses direitos possam ser efetivados de maneira concreta,  a progressividade acaba atingindo não apenas os direitos econômicos, sociais e culturais, mas também os direitos civis e políticos. Estamos falando aqui de capital, de recursos que precisam ser melhor distribuídos, de uma riqueza e de um capital que devem levar em conta alguns critérios, dentre eles, o da justiça social.

       Para que possamos entender o que é um Estado democrático de Direito é preciso entender a real dimensão do que são Direitos Humanos, essa visão dividida dos direitos humanos está ultrapasssada, Um Estado que se diz Democrático de Direito deve implementar de maneira efetiva os direitos humanos e fazer jus ao que está na nossa Constituição, somos um país que segue rumo a democracia, devemos tirar os direitos humanos dos tratados e dos livros e aplicá-los no nosso dia-a-dia, assegurando aos cidadãos sua autonomia.

 Por:
Mariene Hildebrando de Freitas

Especialista em Direitos Humanos
Email: marihfreitas@hotmail.com

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Angola Inclusão dos Direitos Humanos no Ministério da Justiça promove imagem do país


Angola Press


Luanda – A inclusão da antiga Secretaria de Estado do Direitos Humanos no Ministério da Justiça saído das eleições gerais de 31 de Agosto último, promove a imagem de Angola à nível internacional nesta matéria, afirmou hoje, em Luanda, o Provedor da Justiça, Paulo Tjipilica.
 
 
O jurista angolano fez a afirmação em declarações à Angop no aeroporto, aquando do seu regresso ao país, proveniente de Cabo Verde, onde na última semana participou na “Conferência sobre o Reforço e Implementação de Instituições Nacionais de Direitos Humanos nos Países de Língua Oficial Portuguesa”, decorrido na Cidade da Praia.
 
 
Segundo o interlocutor, a imagem de Angola naquele fórum internacional sobre direitos humanos foi bem recebida, visto que a institucionalização da figura do Provedor da Justiça, a criação da comissão dos direitos humanos junto do Parlamento e as acções das associações da sociedade civil, demonstram esta realidade positiva. 
 
 
Ainda assim, adiantou, os cidadãos e a sociedade civil em todos os países devem igualmente trabalhar em colaboração com as entidades governamentais para que os direitos e garantias da vida das pessoas sejam defendidas por todos, realçou.